Desaba cada sonho de vidro
que parte num chão de nada...
Inerte, ouço cada som
que ao longe se reproduz repetidamente
e envolvo-me,
em nostalgias inquietas, com o tempo.
O meu corpo padece
sob a sombra da minha alma.
Esmorece-se o meu ser
nas entrelinhas das minhas lágrimas...
Afogo-me em significados
e na ausência de mim mesma,
continuo a gritar que me deixes ir,
sem contestações,
sem perguntas...
Irei, com a duvida da certeza...
Orgulho-me de ti...
E espero que me perdoes...
Eleições II
Há 10 anos

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